quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

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SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM 2016

Quatro previsões para a área de Segurança da Informação em 2016

O próximo ano deve ser marcado por uma maior preocupação com o desempenho de ferramentas de alerta e com melhores práticas para educar o usuário final

Carlos Rodrigues *

Publicada em 03 de fevereiro de 2016 às 07h10


O ano de 2015 será lembrado por grandes violações e ameaças que ganharam força, como o ransomware. O próximo ano deve ser marcado por uma maior preocupação com o desempenho de ferramentas de alerta e com melhores práticas para educar o usuário final.
 Conheça quatro previsões em Segurança da Informação para 2016:

1 - A frequência das violações de dados vai aumentar

Em abril do último ano, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) revelou  que as notificações de incidentes de segurança envolvendo computadores conectados à Internet cresceram 197% em 2014, em relação a 2013, totalizando 1.047.031 registros – levemos em consideração também o fato de poucas empresas brasileiras registrarem publicamente seus incidentes de segurança.
Em 2016 deve haver um aumento de incidentes devido às falhas em estruturas de segurança focadas em perímetro. O uso de dispositivos mobile pelos funcionários e a migração de fluxos de trabalho para a nuvem também devem aumentar o número de violações. Ao longo do tempo, isso deve servir para mudar as prioridades das empresas em direção a uma estratégia focada em dados.

2 - Danos causados por ransomwares devem dobrar

O CryptoWall deve se tornar o primeiro ramsonware a extrair US$ 500 milhões de suas vítimas. Essa abordagem lucrativa se tornará um mercado cada vez mais atraente para os cyber criminosos.

3 - Educação e monitoramento do usuário final será o foco dos esforços de segurança

Executivos de TI estão cada vez mais preocupados com seus próprios funcionários, que são como inocentes portas de entrada com altos níveis de privilégio. Em 2016, as empresas devem dar mais importância à educação do usuário final, percebendo que, independentemente do quanto invistam em segurança, os usuários podem colocar tudo a perder se não colocarem as regras em prática.
O envolvimento em processos de segurança, a obediência às políticas de segurança (que deverão ser definidas, caso ainda não existam) e a capacidade de reconhecer e-mails de phishing e outras armadilhas serão essenciais no processo. Afinal, é impossível impedir que os usuários errem, mas é possível educá-los, monitorá-los e analisar a maneira como usam os dados para flagrar vulnerabilidades e ataques.

4 - Falsos alarmes devem aumentar

Ao perceber o impacto do excesso de alarmes no desempenho da equipe de segurança, as organizações vão passar a levar muito mais a sério os dados que coletam e os esforços em deleção.
Quando a rede de lojas americana Target sofreu uma grande violação de dados, em 2013, seus sistemas geraram milhões de avisos, mas ninguém foi capaz de identificar o ataque. Isso ainda é comum, pois as ferramentas de segurança instaladas na maioria das empresas sobrecarregam a segurança de TI, que são inundadas por alarmes falsos que só aumentam com o crescimento do volume de informações.
Em 2016, líderes de segurança vão focar em maneiras de melhorar a análise de suas soluções de alerta, como softwares de User Behaviour Analytics (UBA), que podem ser integrados a soluções de segurança para destacar os alertas que merecem atenção, reduzindo o trabalho dos profissionais.

(*) Carlos Rodrigues é gerente da Varonis para a América Latina


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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

CIDADES INTELIGENTES

Cidades inteligentes: Gestão Pública e Sustentabilidade

16/02/16 às 00:00   Sebastião Rezende
 
Difícil não pensar em Gestão Pública em época de crise não é? Muitos agentes públicos envolvidos em escândalos de corrupção, desvios de recursos em áreas essenciais como saúde e educação, ineficiência na administração dos recursos humanos, carência de planejamento no setor elétrico, de projetos para mobilidade urbana e segurança pública.

O que é gestão afinal? Citando o escritor Paulo Daniel Barreto Lima, “gestão é a capacidade de fazer o que precisa ser feito”. Portanto a gestão pública é responsável em prover aos cidadãos, no mínimo, os direitos estabelecidos por lei e para tanto, precisa organizar, planejar e aplicar os recursos de forma eficiente e eficaz.
O planejamento de gestão de uma cidade ou estado deve conter recursos para investir em tecnologia que facilite e melhore a administração. Neste sentido, o conceito de cidades digitais apresenta soluções interessantes e em convergência com a sustentabilidade do sistema.
Interligar órgãos públicos através de uma rede de fibra óptica e esta à rede de energia elétrica através de dispositivos simples e de fácil localização no mercado possibilita uma melhor gestão da iluminação pública (localização e troca de lâmpadas queimadas, desligamento de lâmpadas que ficam acesas durante o dia), uma melhora significativa na sincronização de semáforos (monitoramento do trânsito e controle do fluxo reduzindo de forma representativa o tempo com deslocamentos), um aumento da sensação de segurança pública com instalação de câmaras em pontos estratégicos, disponibilidade visual das vagas para estacionar nas vias públicas (reduz tempo de procura, diminui o consumo de combustível e por consequência a poluição) e um cadastro unificado do cidadão válido em todos os órgãos públicos.
Para cada segmento da administração pública, o gestor teria acesso on-line aos indicadores, de forma que as decisões pudessem ser tomadas mais rápidas e com maior possibilidade de eficiência e eficácia.
Na área da educação, o gestor público teria indicadores do numero de vagas disponíveis nas escolas e creches, frequência e evasão escolar, possibilidade de disponibilizar a cada uma das escolas o acesso à internet (inclusão social), a quantidade de acessos à biblioteca e livros disponíveis por exemplo.
Quando o assunto é saúde, seria possível ter acesso ao número de leitos ociosos na rede pública, quantos atendimentos e quais procedimentos foram realizados, visualização mais rápida de casos como as infecções por Zika vírus causados pelo mosquito Aedes aegypti, a relação com a microcefalia e a região geográfica de maior incidência.
O cadastro unificado dos cidadãos junto aos órgãos públicos evitaria preenchimentos de formulários desnecessários (perda de tempo precioso), maior segurança nas informações e agilidade dos processos.
Enfim, a mobilidade, o meio ambiente, a fontes energéticas, saúde, segurança e educação, a tecnologia e a inovação são fatores estratégicos que precisam ser levados a sério pelos gestores públicos, pois faz parte de uma “engrenagem” chamada sustentabilidade. É necessário que as pessoas busquem novas formas de se relacionar (com o próximo e com o meio ambiente), desenvolva novas maneiras de trabalhar e experimente novas formas de viver.
Economia e Qualidade de vida são resultados práticos das ações desenvolvidas pelas cidades digitais e é neste cenário que a Fibracem, fabricante paranaense de cabos de fibra óptica e acessórios para redes, trabalha buscando soluções e desenvolvendo produtos que atendam a estas cidades inteligentes.

Sebastião Rezende é economista e gerente técnico da Fibracem

Mobile World Congress 2016 em Barcelona


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NAKINA

 

Nakina anuncia melhorias para o seu portfólio de segurança cibernética

Nakina, líder em acesso de identidade e gerenciamento de configuração de soluções, anunciou hoje melhorias para a sua premiada solução de segurança cibernética. NI-DEFENDER combina acesso de identidade, gestão de configuração e análise. Permite aos prestadores de serviços prevenir, detectar e neutralizar ameaças de segurança de rede.
Novas melhorias incluem orquestração política de segurança através de redes, de redes física e virtual, multivededores e multitecnologia, análises avançadas, tendências e relatórios. Acesso automatizado de identidade e gestão de configuração melhora a segurança da rede, acelera a detecção e correção de vulnerabilidades, e proativamente detecta recursos de rede configurados incorretamente ou comprometidos. A solução permite que diretores de segurança de informações (CISOs) e as equipes de operações de segurança de rede possam de forma proativa auditar, visualizar e garantir a integridade da segurança da dos recursos de rede.
A Nakina estará expondo o NI-DEFENDER no Mobile World Congress 2016 em Barcelona, Hall 7, 7J11, em uma demonstração multi tecnológica apresentando as firewalls virtuais Check Point rodando na plataforma de infraestrutura de Virtualização das Funções de Rede (NFV) do servidorWind River® Titanium Server™.
“NI-DEFENDER é uma nova classe de solução de segurança para redes definidas físicas, virtuais e de software", afirma Patrick Rhude, diretor de tecnologia da Nakina. "Infiltrados estão por trás de 70% ou mais de todas as violações de segurança e 65% de todos os ataques cibernéticos exploram vulnerabilidades de rede de configurações incorretas ou desatualizadas. A complexidade decorrente da Internet das coisas, pequenas células, Virtualização das Funções de Rede (NFV) e Redes Definidas por Software (SDN) afetará a segurança dos prestadores de serviços e as equipes de operações de rede. A orquestração política de segurança e análises avançadas proteger proativamente essas redes complexas e dinâmicas."
“O acesso orquestrado à identidade e gestão de configuração serão fundamentais para acelerar novos serviços, incluindo serviços de segurança de firewalls virtuais", disse Alon Kantor, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Check Point. “As soluções de prevenção de ameaça do líder Check Point combinadas com a plataforma da Nakina ajuda os provedores de serviço a superar muitos dos desafios operacionais em gerenciamento e implantação de redes virtualizadas, definidos por software."
"A orquestração política de segurança continua a ser um desafio complexo para a implantação do mundo real dos serviços NFV", disse Charlie Ashton, diretor sênior de desenvolvimento de negócios para soluções de rede da Wind River. "Com as soluções da Nakina rodando no servidor Wind River Titanium, os provedores de serviços podem introduzir serviços NFV de alto valor em um poderoso ambiente de nível de operadora.”
Marque um encontro com a Nakina em #MWC16. 

Sobre a Nakina:
A Nakina oferece soluções de segurança de rede para os maiores provedores de serviços globais do mundo. As soluções da Nakina protegem e defendem as redes móveis físicas, virtuais e híbridas. Nossa plataforma segura de auditoria de redes oferece acesso organizado de identidade e gerenciamento de configuração com análise de conformidade de segurança.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal. 



Contato:
Nakina
Rob Marson
Vice-presidente de marketing
rmarson@nakinasystems.com
Fonte: BUSINESS WIRE
 
 
 

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Em linha com as mudanças de comportamento de uma sociedade cada vez mais conectada, e que demanda serviços focados na praticidade, agilidade e confiança, a Visa reúne uma gama de produtos e inovações capazes de facilitar o dia a dia.

Do Visa Passfirst, que permite usar o cartão de crédito como ingresso, ao Visa Paywave, que dá a chance de a sua compra ser efetuada sem que o cartão necessite ser passado ou inserido na máquina, a lista que ainda conta com produtos como o Visa Checkout está pautada na comodidade aliada à segurança.



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